CPI recebe mais três depoimentos
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), formada pela Câmara de Vereadores de Caçapava do Sul...

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), formada pela Câmara de Vereadores de Caçapava do Sul para investigar supostas irregularidades na Administração Municipal recebeu na tarde desta terça-feira, dia 25, mais três depoimentos, relativos a compra de R$ 44 mil em pneus. O caso da Escola Pedro Correa Marques do Rincão dos Seixas, não foi incluído nestes depoimentos e a investigação sobre a Cooperativa de Trabalho ainda não começou. A sessão teve inicio com a leitura dos requerimentos normais da CPI e a convocação de mais testemunhas para a próxima semana, além da leitura de um oficio do Tribunal de Contas do Estado, que chegou para a CPI, mas o Presidente da Comissão, Vereador José Sidnei Menezes, informou que o documento não poderia ser lido na integra porque foi endereçado à Câmara em caráter reservado, ou seja, em sigilo. O Primeiro a depor nesta terça-feira, foi o responsável pelo almoxarifado da oficina da Prefeitura, Carlos Roberto Melo, que respondeu os questionamentos da relatora da CPI, vereadora Rosilda Freitas e dos demais vereadores presentes do plenário, sobre o caso da compra de R$ 44 mil em pneus. A segunda testemunha foi do chefe da oficina da Prefeitura, Antonio Benamar, que também testemunhou no caso da compra de pneus, respondendo sobre a remessa e chegada do material, além da data de entrega do produto. Em alguns questionamentos Benmar não sabia informar a CPI, mas afirmou que os pneus chegaram na oficina no dia 05 de fevereiro de 2009, mas a vereadora Rosilda alertou ao depoente que em visita dos parlamentares a oficina em março de 2010, Benamar afirmou aos vereadores que os pneus teriam chegado no dia 31 de dezembro de 2009. Com este alerta, o chefe da oficina respondeu que se enganou nas datas. Outro fato que ocorreu com esta testemunha é a dúvida que os membros da Comissão ficaram sobre a quantidade de remessas de pneus que a Prefeitura recebeu, porque em um momento da CPI o depoente falava em só uma remessa, mas em certos momentos falava em mais de uma. O terceiro depoente foi a responsável pelo setor de compras da Prefeitura, Jeane Mayora, que também colaborou com a CPI sobre a compra de pneus, onde foi questionada pela relatora se seria correto, a Prefeitura receber pneus em fevereiro de 2009 e só pagar no final do ano utilizando um decreto de emergência de novembro do mesmo ano, ou seja, a vereadora reafirmou a pergunta explanando que se não tivesse chovido o produto seria pago mesmo assim, a depoente respondeu que o material seria pago mas se é correto ou não a testemunha não soube responder. Desta forma, esses foram mais três depoimentos da Comissão, que já convocou mais quatro pessoas para a próxima semana, ainda sobre o caso dos penus e já deve ser incluído alguns depoimentos sobre a Cooperativa de Trabalho, no valor de R$ 108 mil, para consertar pontes e passarelas do interior.

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